O povo negro não nasceu escravo, mas foi escravizado.Era considerado como um objeto, sem alma e nenhum direito era lhe atribuído.Foram anos de sofrimento. Os negros se rebelavam e assim quando conseguiam fugir iam para um lugar distante onde formavam-se os quilombos, o mais conhecido foi palmares onde um de seus maiores líderes foi Zumbi, lutou até a morte pela liberdade de seu povo.Com o passar dos tempos surgiram leis que foram beneficiando o negro, tais como: lei do ventre livre, lei do sexagenário e lei áurea que colocava em liberdade todos os escravos.A educação para o negro foi aos poucos. Com a lei 10.639/03 e 11.645/08, tornou-se obrigatório o ensino da cultura afro na educação básica.Professores começam a se profissionalizar a partir desta data. O governo oferece alguns cursos pela SEED (Secretaria Estadual de Educação), e desde de 2003 até os dias atuais também é possível encontrar cursos de capacitação particular.Ao implantar cotas dividiu-se as opiniões, pois alguns autores defendiam, alegando que o negro precisa de algo que pudesse amenizar o sofrimento do passado, já os que ia contra relata que cotas é uma forma de continuar o preconceito, a discriminação, oferecendo número de vagas pré determinadas, estaria subestimando a inteligência do afro.Pesquisa realizada com profissionais da disciplina de história, mostra que os professores estão se preparando cada vez mais para enfrentar a diversidade em sala de aula, principalmente na questão da inclusão da cultura afro no currículo escolar.
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